Para muita gente, feriado prolongado e férias escolares são sinônimo de ir para a praia, tomar um sol, pegar um bronze. Sem os devidos cuidados, porém, o merecido descanso pode virar um problemão no futuro.
“A causa mais comum de câncer, por incrível que pareça, é a exposição excessiva ao sol”, diz o médico Paulo Hoff, que é professor titular da Faculdade de Medicina da USP e presidente da Oncologia da Rede D’Or.
“Eu falo isso porque nós normalmente não falamos muito do câncer de pele não melanoma, mas ele é extremamente comum e está muito associado à exposição ao sol, particularmente nas idades mais jovens”, afirma Hoff na CasaFolha, o streaming de conhecimento lançado pela Folha no ano passado.
Hoff enfatiza o “não melanoma” porque o melanoma é uma doença extremamente perigosa. “O câncer de pele não melanoma é muito mais fácil de tratar. Frequentemente é curado na sua primeira avaliação por um colega dermatologista ou cirurgião geral.”
Mas isso não significa que um tumor de pele, só por ter tratamento mais fácil, não deve ser motivo de preocupação.
No curso “Câncer: prevenção e caminhos para a cura”, que está disponível desde 15 de maio na CasaFolha, o médico lista diversos motivos para tomar cuidado com esse e outros tipos de câncer. Ele também ensina o que é possível fazer para evitar essa doença.
No caso do câncer de pele: “diz-se que o ideal é não se expor ao sol entre as dez e as 14h00. Se for ao sol, usar proteção solar”, afirma o oncologista.
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Ao todo, a plataforma já soma 30 cursos comandados por grandes personalidades em diferentes áreas, como o ex-ministro Pedro Malan, que explica como analisa a economia, o cineasta José Padilha, que aborda a arte de contar histórias, e a chef Helena Rizzo, que fala sobre alta gastronomia em casa.
Além disso, novos conteúdos são incluídos todos os meses. No dia 13, por exemplo, estreou o curso de escrita criativa com Carla Madeira, autora do best-seller “Tudo É Rio”. No próximo dia 27, a novidade é a psicóloga social Cida Bento, com aulas sobre “Diversidade e antirracismo”.
Nas aulas de Hoff, ele diz que, nas muitas situações em que o câncer é curável, o fator mais importante para as chances do paciente é o diagnóstico precoce.
“Quanto mais cedo o câncer é detectado, maior a chance de que não tenha se espalhado e que o tratamento inicial vá ter sucesso”, explica o médico, um dos principais nomes da oncologia mundial.
No mundo como um todo, cerca de 50% dos pacientes com câncer conseguem a cura; no Brasil, a fatia sobe para 60%; nos EUA, chega a 70%. “Podemos melhorar para atingir o padrão americano, mas, hoje, a maior parte dos pacientes com o diagnóstico de câncer será curada.”
Ele insiste, porém, que o ideal é agir no campo da prevenção. Ainda sobre o câncer de pele: “Aquela situação de praia, em que você fica no sol até ficar vermelho, isso é extremamente deletério e, no longo prazo, pode resultar no surgimento de tumores de pele”.
Ele cita, em particular, carcinomas basocelulares e carcinomas epidérmicos de pele. “Graças a Deus, [são tipos que] têm um tratamento relativamente simples, mas são importantes também”, diz Hoff.
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