Lá se vão mais de duas décadas, mas ainda lembro que olhar meus filhos recém-nascidos era uma experiência triplamente maravilhosa. Primeiro, pelo vínculo forte que meu cérebro felizmente formou de imediato com meus rebentos (nem todas as mães têm esta sorte). Segundo, pela apreciação da biologia que permitiu ao meu corpo produzir outro, e duas vezes seguidas, tópico que inesperadamente se tornou um dos meus objetos de estudo atuais e tema de vários buracos de coelho aos quais eu em breve vou levar meus leitores.
Leia mais (10/30/2025 – 23h00)
Autoria: FLSP